sábado, 31 de dezembro de 2011
HAPPY NEW YEAR!
Que a chuva deste último dia do ano de 2011 seja o suficiente para limpar todas as mágoas e angustias que ocorreram nesses 365 dias, bem como seja suficiente para regar todos as alegrias e torná-las ainda mais fortes neste misterioso ano que está por vir.
sábado, 24 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
Noivas em Guerra
Às vezes na vida, realmente existem laços formados que nunca podem ser rompidos. Às vezes você vai encontrar aquela pessoa que vai ficar ao seu lado não importa o que aconteça. Talvez irá encontrá-la em um cônjuge e celebrar isso com o seu casamento dos sonhos. Mas há também a chance de que essa pessoa com a qual você pode contar por toda a vida, aquela pessoa que te conhece às vezes melhor que você mesmo, seja a mesma pessoa que esteve ao seu lado esse tempo todo.
Amo esse filme. Choro horrores com ele. Sem mais.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Internêtes
Você que possui um computador com acesso a internet em casa deve saber muito bem do que eu estou falando. Você participa de no mínimo duas redes sociais e sabe através delas algumas das fofocas mais badaladas da sua escola ou do seu circulo social. Elas podem ser extremamente importantes para aqueles que a utilizam para alimentar sua gigante saudade de pessoas que só existe acesso por ali, por aquele caminho. Porém, me pergunto, será que todos são realmente verdadeiros em suas exibições, postagens ou tweets?
Não estou falando em pedófilos, nem em psicopatas, nem em nada desse sentido. Falo do seu vizinho da frente, da sua amiga de anos, do namorado da sua prima, não sei, do mundo que o cerca. Será que eles são realmente tudo aquilo que aparentam ser quando você os encontra nas redes sociais? Será que realmente tem as agendas lotadas de compromisso e nenhum final de semana que escape de baladas? Ou ainda, será que é realmente tão sozinho e ou tão digno de pena?
As pessoas usam e abusam de seus perfis para enxotá-los de exageros sobre a sua própria rotina criando um mundo de ilusão a si mesmo. Parecem forçarem tanto a barra – que estão saindo, que o fulando me disse isso e aquilo, que o beutrano é um querido, que a minha mãe não-sei-o-que-lá – que se perdem entre a verdadeira realidade e a realidade virtual. Em seu mundo virtual, começam a se sentir perdidos porque notam que não tem ninguém quando desligam o computador. E no mundo real, se perdem ao notar que não sobra ninguém além do computador. Será que está certo?
As pessoas já esqueceram políticas de boa vizinhança e certamente a maioria não sabe o nome do vizinho da frente. Se esquecem do colega que senta do seu lado o ano inteiro, mas falam dele no Twitter como se estivessem conversando animadamente. Se ocupam do irreal, e esquecem a realidade que os cercam. A única coisa que me pergunto agora é: até quando?
sábado, 27 de agosto de 2011
Fear
Eu me remexo uma, duas, três ou ainda mais vezes. Meus olhos se fecham, mas infelizmente não se mantêm assim. A falta de claridade parece me sufocar. Eu olho ao redor e enxergo as coisas distorcidas: meu moletom jogado no puff vira um gato, minhas coisas espalhadas na escrivaninha parecem formar um rosto, sombras dos mais diversos tamanhos parecem perambular meu quarto. Eu me escondo embaixo dos cobertores, tento pensar em aleatoriedades, tento rezar, tento me movimentar... De nada adianta. Tenho vontade de levantar, tomar um copo d’água, mas lembro do armário de vidro da cozinha e os reflexos que ele pode produzir. Não tenho coragem de mexer um músculo que seja e peço mentalmente que o tão esperado sono chegue, mas ele parece demorar séculos. Quando dou por mim, meu despertador está tocando... Já é outro dia. Dormi, como quase sempre durmo, no meio do emaranhado da minha imaginação fértil que tenta produzir inexistentes no escuro. É, sim, eu tenho medo do escuro.
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