sábado, 31 de dezembro de 2011

HAPPY NEW YEAR!

Que a chuva deste último dia do ano de 2011 seja o suficiente para limpar todas as mágoas e angustias que ocorreram nesses 365 dias, bem como seja suficiente para regar todos as alegrias e torná-las ainda mais fortes neste misterioso ano que está por vir. 

sábado, 24 de dezembro de 2011

Nevermind, I’ll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don’t forget me, I beg,
I remember you said:
“Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead.”

Someone Like You - Adele

sábado, 3 de dezembro de 2011

Noivas em Guerra

             Às vezes na vida, realmente existem laços formados que nunca podem ser rompidos. Às vezes você vai encontrar aquela pessoa que vai ficar ao seu lado não importa o que aconteça. Talvez irá encontrá-la em um cônjuge e celebrar isso com o seu casamento dos sonhos. Mas há também a chance de que essa pessoa com a qual você pode contar por toda a vida, aquela pessoa que te conhece às vezes melhor que você mesmo, seja a mesma pessoa que esteve ao seu lado esse tempo todo. 




Amo esse filme. Choro horrores com ele. Sem mais. 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Internêtes

            Você que possui um computador com acesso a internet em casa deve saber muito bem do que eu estou falando. Você participa de no mínimo duas redes sociais e sabe através delas algumas das fofocas mais badaladas da sua escola ou do seu circulo social. Elas podem ser extremamente importantes para aqueles que a utilizam para alimentar sua gigante saudade de pessoas que só existe acesso por ali, por aquele caminho. Porém, me pergunto, será que todos são realmente verdadeiros em suas exibições, postagens ou tweets?
            Não estou falando em pedófilos, nem em psicopatas, nem em nada desse sentido. Falo do seu vizinho da frente, da sua amiga de anos, do namorado da sua prima, não sei, do mundo que o cerca. Será que eles são realmente tudo aquilo que aparentam ser quando você os encontra nas redes sociais? Será que realmente tem as agendas lotadas de compromisso e nenhum final de semana que escape de baladas? Ou ainda, será que é realmente tão sozinho e ou tão digno de pena?
            As pessoas usam e abusam de seus perfis para enxotá-los de exageros sobre a sua própria rotina criando um mundo de ilusão a si mesmo. Parecem forçarem tanto a barra – que estão saindo, que o fulando me disse isso e aquilo, que o beutrano é um querido, que a minha mãe não-sei-o-que-lá – que se perdem entre a verdadeira realidade e a realidade virtual. Em seu mundo virtual, começam a se sentir perdidos porque notam que não tem ninguém quando desligam o computador. E no mundo real, se perdem ao notar que não sobra ninguém além do computador. Será que está certo?
            As pessoas já esqueceram políticas de boa vizinhança e certamente a maioria não sabe o nome do vizinho da frente. Se esquecem do colega que senta do seu lado o ano inteiro, mas falam dele no Twitter como se estivessem conversando animadamente. Se ocupam do irreal, e esquecem a realidade que os cercam. A única coisa que me pergunto agora é: até quando? 

sábado, 27 de agosto de 2011

Eu tive amigos que não queria
E inimigos que ainda quero bem 

Música sem nome - Tópaz 

Esse orgulho cachoeirense! 

I'll stop the whole world
I'll stop the whole world from turning into a monster


Monster - Paramore

Fear


Eu me remexo uma, duas, três ou ainda mais vezes. Meus olhos se fecham, mas infelizmente não se mantêm assim. A falta de claridade parece me sufocar. Eu olho ao redor e enxergo as coisas distorcidas: meu moletom jogado no puff vira um gato, minhas coisas espalhadas na escrivaninha parecem formar um rosto, sombras dos mais diversos tamanhos parecem perambular meu quarto. Eu me escondo embaixo dos cobertores, tento pensar em aleatoriedades, tento rezar, tento me movimentar... De nada adianta. Tenho vontade de levantar, tomar um copo d’água, mas lembro do armário de vidro da cozinha e os reflexos que ele pode produzir. Não tenho coragem de mexer um músculo que seja e peço mentalmente que o tão esperado sono chegue, mas ele parece demorar séculos. Quando dou por mim, meu despertador está tocando... Já é outro dia. Dormi, como quase sempre durmo, no meio do emaranhado da minha imaginação fértil que tenta produzir inexistentes no escuro. É, sim, eu tenho medo do escuro. 

sábado, 6 de agosto de 2011

Procura-se inspiração!

Eu escrevo, e escrevo de novo. E apago, e apago de novo. Penso em muitas coisas e ao mesmo tempo não penso em nada. Se me escoro na parede para pensar, durmo. Se pego meu estojo, lembro que tenho prova para estudar. Se pego um livro, lembro dos obrigatórios da UFRGS. E depois de tudo isso, lembro que não escrevi no blog, e me aflijo. Será que escrever foi algo passageiro? Será que estou querendo dedicar a minha carreira para algo que não tenho dom? Será que serei uma escritora fracassada? Que meus poemas e romances vão estar enfiados em uma gaveta esperando, inutilmente, alguém descobri-los e expô-los a uma vida eterna? Será que realmente nasci para palavras, e não para números – que parece ser uma carreira mais óbvia?
Me sinto incompleta, perdida no misterioso mundo da incerteza, possuída pela vontade e impossibilitada de prosseguir. Venha me ver, minha querida amiga! Venha me fazer companhia de novo. Eu sinto tanto a tua falta, inspiração! 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

friendship

Hoje, dia 20 de julho, dia do amigo, é que a gente percebe o que realmente quem é nosso amigo. Sabe por que? Porque são teus amigos aqueles que tu procura durante o dia de hoje para dar um abraço ou para mandar uma mensagem e dizer o quanto ele é importante na tua vida. Eu me mudei tantas vezes, conheci tantas pessoas. Cada uma teve seu valor na minha vida, sua importância. Porém, poucas vejo hoje, que atingiram o maior grau de importância na minha vida, e delas dependo emocionalmente. Não é questão de vê-las todo dia, não é questão de elas estarem comigo nos piores momentos da minha vida. Na realidade, elas não estão. Elas estão longe demais para isso. Elas ocupam um lugar diferente, um que não é físico: o meu pensamento. E mesmo elas não dividindo comigo todas as minhas dores, todas as minhas alegrias, elas são as melhores pessoas que tenho.
Eu dedico cada letra desse parágrafo para Driele e Driane Machado, Thays Dalmolin e a minha vó, que sei que seria uma grande amiga minha.  

domingo, 10 de julho de 2011


When you look with your eyes
Everything seems nice
But if you look twice
You can see it's all lies

LDN - Lily Allen

Não entendia como a vida funcionava
Descriminação por causa da sua classe e sua cor



Faroeste Caboclo - Legião Urbana
         

Contos Que Me Contam

            Me contaram uma história hoje, sobre um homem que tinha perdido seu sapato. Ele estava correndo para não perder o ônibus, e quando finalmente chegou até ele, seu sapato caiu na parada. O ônibus arrancou normalmente, sem esperar que ele o pegasse de volta, e ele rapidamente lançou o outro pela janela. Um passageiro que assistia a cena, perguntou ao homem porquê de colocar o outro fora, se agora já não tinha mais nenhum sapato em seu pé. Ele respondeu por que, justamente, um só não lhe serviria de nada, nem para ele, nem para a pessoa que encontraria o outro pé sozinho. Então, resolveu lançar o outro pé para que completasse o par e alguém pudesse utilizá-lo.
            O que eu quero aplicar com essa história? O desapego. Não o desapego de pessoas, de amores, de vida... Isto o mundo precisa, e muito! Mas o desapego do que é material. Daquelas roupas velhas que você guarda para o dia que emagrecer, ou que vai voltar a moda e sua filha usará. Doe para alguém que precise, ele saberá aproveitar de uma forma melhor do que você está aproveitando.
            Se desapegue da novela. A largue de vez em quando e vá tomar um chimarrão com a vizinha da frente, faz tanto tempo que você não faz isso, não é?
Se desapegue do computador. Amigos virtuais são ótimos em alguns domingos chuvosos do ano, em que sair de casa se torna impossível. Eles te escutam, te apóiam, te contam histórias. Você o vê em uma foto, um vídeo e já sabe onde ele vive. Mas eles realmente não existem, e nós sabemos disso. Quando você precisar não vai ser o computador a te abraçar e limpar as suas lágrimas, mas aquele amigo real, aquele que você conhece há tanto tempo. Cultive-o! O convide-o para sair de vez em quando, dê um passeio com ele, fortaleça a amizade que pode estar se enfraquecendo com o seu sumiço.
            E acima de qualquer outra coisa, aproveita a vida que tens, o tempo em que está vivendo. As coisas não duram eternamente, nem os momentos. Infelizmente, crescemos e o natural é só nos atolarmos de mais e mais coisas para fazer, mais responsabilidades. Por isso, aproveite o tempo que tens para sair com os amigos, ler o livro que querias ler, ir naquela festa, rir, chorar, cantar,..., viver. Enquanto jovem, é a melhor idade que existe para fazer isso. Aproveite-a! Porque, por enquanto, contamos anos de vida, daqui a pouco, começaremos a contar quantos faltam para o fim.       

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Eduardo e Mônica


Tu fostes muito feliz fazendo isso, hein Vivo?
Não canso de ver. E nem de chorar, haha!

Desconexo

Chocolate, bala sete belo de maça verde, mentolados, bolo de coco, coca-cola, mocaccino, porcos, meg cabot, jane harris, wondercat, ler, romance, eduardo e mônica, rancor, óculos, escrever, blog, cinema, kristen stewart, robert pattinson, johnny deep, orlando bloom, up – altas aventuras, a família do futuro, querido john, 500 dias com ela, viajar, fones de ouvido, rosa, preto, rock, rock nacional, paramore, the runaways, gibis, bob esponja, the big bang theory, friends, moda, pérolas, jeans, moletom, irmã, toy story, peter pan, não crescer, 25 de dezembro, natal, eu. 

sábado, 25 de junho de 2011

Desculpa

Caro Senhor Inventor da Palavra Desculpa,

            Que bela porcaria o senhor fez, hein? Não me recordo direito, mas acredito que já sei de onde surgiu uma idéia tão idiota. Você deveria estar pulando na cama de sua mãe, com um copo de suco de uva – que com certeza mancharia o lençol novo dela – na mão. Ela devia estar te avisando: “querido, largue este copo”, e o que você fez? Fingiu não escutar, estava divertido, por que escutaria? E então, o copo caiu de sua mão. Você virou e disse: “desculpa”. Agora me conte... Adiantou? O lençol dela não manchou? Ou melhor, você pediu desculpas porque estava arrependido? É claro que não, pediu por medo de qualquer espécie de castigo.. Isso não é arrependimento.
            O problema é que agora muitos seguem teu mau exemplo. Não, não estão todos pulando por aí com copos de suco nas mãos, estão fazendo pior. Ofendem uns aos outros, machucam, matam, enfim, as notícias só rolam e ficam cada vez piores, e o que eles dizem no final? Desculpa.
            “Você me chamou de quê?”
“Desculpa.”
“Você me machucou!”
            “Desculpa.”
Enfim, você sabe, os casos são variados. O que me incomoda, não é a palavra e talvez a sua aplicação, mas a falta de sentido que ela tem hoje. Nem todos que pedem desculpas se sentem realmente culpados, na realidade, só fazem isso pra se livrarem da culpa e não sofrerem nenhum tipo de punição por ela.
Por isso te peço através desta carta, que crie uma outra invenção. Esqueça essa! As coisas já estão bem horríveis comigo. Não preciso de mais mentira, de mais falsidade, de mais lágrimas.. Já tem tanta sujeira por aqui, tanta coisa ruim. Quem sabe o senhor não poderia inventar um detector de mentira? Que fosse implantado em todos quando nascessem e os forçasse a não mentir, se não todos veriam e assim passariam vergonha. Talvez assim as pessoas não o fizessem. O que acha? Aguardo a tua resposta ansiosamente.

Atenciosamente,
O Mundo.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

EKEEPCOOLER

        Sabe quando tu realmente dá valor pra idade que tens? Quando tu andas com pessoas mais velhas que tu, e vê como eles sentem falta e valorizam as coisas que faziam com a tua idade. Vê como eles dão valor a coisas que pra ti são tão comuns, como, sei lá, uma gincana de escola. 
       E sabe como eu sei disso? Eu curso o técnico de administração, na mesma escola em que curso o ensino médio. A gincana começou semana passada, e fazia muito tempo que eu realmente não me envolvia em uma competição como eu estou me envolvendo. E o motivo é porque eles realmente conseguem te envolver com a felicidade deles com ela. 
      Bem, aí vai uma palinha dá EKEEPCOOLER, a equipe da 402-MI, que vai vencer a gincana 2011 do Rodrigues Alves!


sábado, 28 de maio de 2011


Keep your feet on the ground
When your head's in the clouds


Brick by Boring Brick - Paramore

Forever

 Para sempre. Ilusório. Mentiroso. Relativo.  Em um momento o seu mundo gira não mais em torno do sol, mas em torno daquilo. No outro, vocês estão distantes e as coisas parecem fora de encaixe, soltas, perdidas. De amigos para sempre, vocês passam de “nos conhecemos há bastante tempo” em uma velocidade que carros de corrida invejariam. Você diz sofrer para sempre. O que você ainda não sabe, é que ele não existe. O para sempre, eu quero dizer. E você vai entender que o que mais vai chatear você não é o fato de o seu “para sempre” ter sido destruído, sem pena nem dó, mas o fato de você, depois de um tempo, não se importar. E ainda, em um segundo momento, você vai realmente não se importar, em ver que a outra parte do “para sempre” também não se importa. Não, isso não vai acontecer rápido. É gradativo, lento.
Mas não se preocupe, porque dá mesma forma que o seu "felizes para sempre" não existiu, o seu “sofrimento eterno” uma hora também irá se desmanchar e você achará outra coisa para criar a sua ilusão de felicidade. Não se sinta ofendido, seres humanos precisam disso, dessa sensação de estabilidade.  Mas isso não significa que em algum momento ela não vá desmoronar também, talvez ela faça isso sim, ou ainda, talvez ela continue ali firme, quem garante não é? A moral de tudo é você arriscar.
Ou ainda, se você tem um emocional muito bom, e ama demais aquele alguém, espere o “para sempre” desmoronar e cole todo os pedaços com um pouco de amor e paciência. Se você conseguir, apareça aqui de novo e me conte a receita.

domingo, 22 de maio de 2011

Johnny Deep e Penélope Cruz?

       O quê? Em um mesmo filme? Agora me pergunta se eu não enlouqueci ontem de noite quando fui ver Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas? Of course, I did. 
      Apesar de sentir falta de Orlando Bloom e Keira Knightley (personagens que foram retirados da trama por sua história não ter mais uma continuidade), foi impossível não gritar com esses dois lindos!


Raise Your Glass



So raise your glass if you are wrong,
In all the right ways,
All my underdogs,
We will never be never be anything but loud
And nitty gritty dirty little freaks
Won't you come on and come on and raise your glass,
Just come on and come on and raise your glass.


Raise your Glass - Pink

domingo, 17 de abril de 2011

Sinceridades

Eu sou daquele tipo de pessoa,
Daquele que depende do estado de espírito
Para estar ruim ou boa

Eu sou daquele tipo que não sabe falar de amor
Sem falar de dor.
Que não sabe falar de mundo
Sem citar a palavra imundo.
Que não sabe dizer mentiras
Sem a boca as revelar, metidas.

Que não sabe passar o dia sem um sorriso
Para dar, ou ganhar.
Que não sabe falar de infância
Sem falar das verdadeiras brincadeiras de criança.
Que não sabe dizer não
Mesmo quando a exige a situação.

Que é tímida
E não encontra saída.
Que é desastrada,
E a delicadeza logo não anda na mesma estrada.
Que é movida ao perfeccionismo,
E o abomina muitíssimo.

Eu sou daquele tipo normal.
As minhas características já se confundiram
Com a de alguma menina tal,
Talvez aquela que a ti os olhos pediram
Um pouco mais de atenção.

domingo, 27 de março de 2011

#100factsaboutme

        É, isso aí, uma tag mesmo. Fiz o Twitter recentemente, mas confesso que ainda não entendo sua utilidade.Porém, de vez em quando, surgem lá coisas interessantes. Uma delas são os 100 facts about me (100 fatos sobre mim), mas acho uma chatisse tu ter que escrever um por um, com uma limitação de 140 caracteres, para pessoas que você não vê porque elas gostariam de saber. No Twitter, assim como na maioria das redes sociais, as pessoas querem parecer ter rotinas maravilhosas, interessantes, quando nem sempre é assim. Isso não combina exatamente comigo.
       Vou contar-lhes porque decidi postar. Bem, são 100 fatos. Uma quantidade gigante de coisas sobre você mesma. O ser humano vive em constante metamorfose, por isso vou deixar essas coisas sobre mim aqui, e vou ler de vez em quando e ver como, certamente, não vou mais concordar com a maioria dos itens. O tempo vai passar e vou pensar de forma diferente. É legal ver o quanto você muda, o quanto você cresce. No Twitter, isso iria se perder em algum momento, aqui eu sempre vou tê-los gravados.
      Vamos lá, então!

1.       Tenho medo de quase tudo.
2.       Sou chocólatra, e isso não é um exagero.
3.       Gosto do meu nome.
4.       Amo a banda Paramore.
5.       Se pudesse escolher esse tipo de coisa, gostaria de ter o guarda-roupas da Hayley.
6.       Detesto matemática, apesar de ter facilidade.
7.       Tenho uma irmã mais nova, e mimo ela demais.
8.       Amo ler.
9.       Minha autora preferida é a Meg Cabot.
10.   Um dia quero ser uma escritora tão boa quanto a Meg.


11.   Minha melhor amiga é a minha mãe.
12.   Sei que quando realmente preciso não posso contar com quase ninguém.
13.   Sou perfeccionista, e isso não é uma qualidade.
14.   Acredito em espíritos, e enlouqueço só de imaginar em ver um.
15.   Morro de medo de cobras.
16.   A não ser chocolate, não tenho nenhum vício.
17.   Adoro jogar baralho.
18.   Não sei demonstrar muito bem o que sinto.
19.   Gosto das séries The Big Bang Theory e Friends.
20.   Sou tímida.


21.   Na infância, dançava Rouge, Broz, Floribella e Rebelde no meio da rua.
22.   Era viciada em RBD.
23.   Já tive uma tribal do chiclete BUZZ.
24.   Meu conto de fadas preferido é o Peter Pan.
25.   O Peter Pan é tudo o que eu gostaria de ser.
26.   Nasci no dia 25 de dezembro, e até hoje não enxergo nada de bom nisso.
27.   Eu faço curso de Inglês, e adoro esse idioma.
28.   Não tenho curiosidade de conhecer os Estados Unidos, com exceção de Nova Iorque.
29.   Acho Londres um sonho, e não posso morrer sem antes ir lá.
30.   Amo a Europa.

31.   É estranho, mas amo tudo o que é relacionado a porcos.
32.   Logo, não como carne de porco.
33.   Ainda não entendo a moral do Twitter.
34.   Acho minha vida monótona.
35.   Existem três amigas que daria minha vida pela delas.
36.   Me arrependo de não ter feito algumas coisas.
37.   Mas o que realmente fiz não merece arrependimentos.
38.   Meu pai diz que se eu fosse um homem, eu seria gay.
39.   Nunca tive contato com nenhum famoso.


40.   Nunca quebrei a perna ou o braço.
41.   Sempre quis quebrar a perna ou o braço.
42.   Via o anime Naruto só porque acreditava fielmente que o Sasuke e a Sakura ficariam juntos.
43.   Como o Sasuke virou um malvadão, parei de ver.
44.   Amo rocks, independente de que tipo que seja.
45.   Só não me venha com Emocore, por favor.
46.   Me considero eclética, já que são poucos os ritmos que acho insuportável.
47.   Gostaria que minha mãe tivesse a mesma idade que eu, e estudasse comigo.
48.   Meu irmão é um mala, mas eu não viveria sem a sua chatisse.
49.   Meu pai me entende como poucas pessoas fazem.


50.   Quero cursar Bacharelado em Letras no ano que vem.
51.   UFRGS está no topo da minha lista no momento.
52.   Sou intolerante a morango.
53.   Para mim, Coca-Cola é a melhor bebida do mundo.
54.   Sou uma das poucas pessoas do mundo que não gosta muito de férias.
55.   Não vejo a hora de começar a trabalhar.
56.   Não faço o item 55 agora porque estudo em dois turnos, e em alguns dias em 3.
57.   Sempre que meus pais vão ao mercado, trazem pra mim alguma coisa que eu goste.
58.   Gostaria de ser mais baixinha.
59.   Queria ter o pé menor.


60.   Nunca tive a sandália da Sandy.
61.   Considero 4 o meu número da sorte.
62. Para a qualidade mais maravilhosa de um ser humano é ser humilde.
63. Não gosto pessoas cheias de si.
64. Costumam dizer que sou simpática.
65. Adoro o jogo Banco Imobiliário.
66. Coleciono folhas de caderno.
67. Não tenho cachorros, nem gatos, só um casal de passarinhos.
68. Sou carente.
69. Fico triste fácil com as pessoas.

70. Finjo não ver um monte de coisas para não gerar brigas.
71. Sou rancorosa.
72. Se fosse ser um animal, gostaria de ser uma borboleta branca, porque pra mim ela simboliza a paz.
73. Ainda vou ter um mini-porco de estimação.
74. Titanic é o filme de romance mais comovente que existe.
75. Uma prova de Amor foi o filme que mais chorei vendo.
76. Gostaria de fazer um curso de moda, porque quando pequena pensava em ser estilista.
77. Depois que terminar Letras, quero fazer uma faculdade que não tenha nada a ver com a última.
78. Acho que esse ano vai ser melhor que o que passou.
79. Existem pessoas que me surpreendem a cada dia mais.

80. Nem sempre o item 79 é por um lado bom.
81. Sou Capricorniana, mas não sou ligada ao meu signo.
82. Se pudesse escolher o signo que eu seria, seria Taurina.
83. Acho o abraço a demonstração de afeto mais poderosa que existe.
84. Falo sozinha.
85. Durmo com a porta aberta e a luz da sala ligada porque tenho medo do escuro.
86. De vez em quando me lembro de algo engraçado em momentos impróprios e dou risada, obviamente, ninguém entende.
87. Não consigo contar piadas sem ter um ataque de risos.
88. Existem pessoas que eu amo de paixão e elas nem sabem disso.
89. Não sou do tipo que lê o horóscopo todo dia.

90. Confio em Deus, mas não na Igreja Católica.
91. As melhores roupas do mundo são os pijamas.
92. Me mudei 11 vezes desde que nasci.
93. Estudei em 8 escolas diferentes até 2010.
94. Se eu contar as creches, estudei em 11.
95. Não como cachorro-quente na rua, porque não sei fazer isso sem me sujar toda.
96. Quando estou nervosa só consigo rir.
97. Choro de raiva.
98. Odeio usar aparelho, com todas as minhas forças.
99. Sempre acham que sou mais velha do que realmente sou.
100. Tenho uma fobia gigante de palhaços.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Dona Morte

Encontrei com ela uma vez. A princípio parecia um borrão negro, assutou-me. Mas ao aproximar-se foi tomando forma. O “borrão” que no começo assutava-me, agora conseguia me encantar. Era linda! Não entendo como as pessoas sempre tiveram dela uma visão oposta. Não trocamos uma palavra sequer, não me convidou para nenhum passeio sem volta, como sempre imaginei que convidaria. Apesar de falta de comunicação, consegui ver em seus olhos uma cor de saudade, nostálgica. E, de repente, já via toda a minha vida passar por meus olhos. Era como se tivesse mergulhado na cor de sua íris, e neste oceano acastanhado encontrasse todos os capítulos de minha história: o primeiro dente-de-leite que caiu, as pedaladas de bicicleta independentes de rodinhas auxiliares, os tombos que se sucederam, as séries iniciais que cursei na escola, as derrotas sofridas, as vitórias conquistadas.. tudo.  E o que aconteceu depois, eu já havia imaginado: me convidou para aquele passeio sem volta. Prometeu-me em troca, me deixar viver em um lugar maravilhoso, onde as maldades humanas que via ao meu redor lá não existiam, onde os pássaros vivam livres e o sol reinava juntamente com a brisa leve da primavera. O convite era tentador, tanto quanto era para mim inaceitável. A Morte era simpática, e quase me persuadiu com o seu encanto, mas não era a tranqüilidade que me oferecera que queria ter naquele momento. Era, por incrível que pareça, os altos e baixos da vida o que eu mais almejava. Pois só neles é que aprenderia a verdadeira forma de aproveitar essa tranqüilidade. A Morte é algo fácil, transparente, já a vida essa sim é a verdadeira dificuldade. Estar vivo é uma grande conquista, a maior de todas elas. Sinta-se um vencedor!




post-scriptum: Ao contrário do que dou a entender, nunca "quase-morri", tive a idéia deste texto após ver um documentário do Discovery Channel. Ah, outra coisa, gamei na cara de contente do menino do primeiro lugar, escolhi esta fotografia só por causa dele, nem iria colocar nada.